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A transição do berço para a cama



A transição do berço para a cama

Como vou saber qual é a hora de abandonar o berço?

Não há regra para trocar o berço por uma cama (seja de solteiro, seja uma caminha especial para crianças pequenas, a chamada cama júnior ou minicama). A maioria das crianças acaba fazendo essa transição em algum momento entre 1 ano e meio e 3 anos e meio.

Às vezes a criança não está pronta e acaba estranhando. Em alguns casos, porém, a mudança é necessária: quando a criança não cabe mais no berço, ou é muito espoleta e resolve pular as grades, quando tem mais de 90 cm de altura ou quando há um irmãozinho a caminho.

A preocupação com crianças que pulam do berço é legítima, pois a aventura pode resultar em quedas feias. Só tome cuidado para não tomar decisões impulsivas. Não é porque a criança conseguiu escapar um dia do berço que no dia seguinte precise ser transferida para uma cama.

Pode ser que ela também ainda não esteja pronta para dormir na cama, afinal ela terá a liberdade de circular pela casa enquanto todo mundo está dormindo, o que também tem sua dose de perigo.

Antes de fazer a mudança, veja se o estrado do berço está na posição mais baixa possível. Tire do berço qualquer coisa que possa servir de "escada", como protetores, bichinhos de pelúcia, travesseiros altos.

A chegada de um irmãozinho também  é um motivo para tirar a criança do berço. Procure fazer a transição no mínimo cerca de dois meses antes do nascimento do bebê. Assim seu filho já estará instalado na cama nova e não achará que o bebê chegou para roubar o berço dele.

Há crianças que se adaptam rápido e sem problemas, orgulhosas da "cama de criança grande", mas outras têm bastante dificuldade. Nessa fase, a criança está passando por grandes mudanças, tirar a fralda, novos desafios na escola e, se ainda por cima, vem vindo um irmãozinho, ela pode se apegar às coisas de quando era bebê, inclusive o berço.

Quando a criança tem um irmão mais velho, a transição costuma ser bem mais fácil, porque ela está louca para ser como o irmão ou irmã.

Faça da mudança uma grande coisa, a ser comemorada. Você pode levar seu filho para escolher lençóis novos, ou incentivá-lo a contar para todo mundo que tem uma cama nova, de "menino ou menina grande!".

Uma ideia é planejar um dia especial, com um passeio ou até uma festinha para os avós. Se o berço tem de sair do quarto, planeje um passeio interessante enquanto outra pessoa faz a mudança (tudo em clima de animação!).

Existem caminhas especiais para crianças pequenas (alguns berços se transformam nessas caminhas, informe-se com o fabricante do seu). A vantagem da minicama é que ela costuma ser mais baixa, evitando quedas, e mais aconchegante. Mas dura menos, por isso não se trata de um item essencial.

Caso a cama de solteiro que você já tem em casa seja muito alta, você pode colocar grades (existem grades facilmente acopláveis, presas sob o colchão) e deixar almofadas ou um edredom no chão, ou então colocar o colchão no chão mesmo, por algum tempo.

Muitos pais gostam de colocar a cama no quarto junto com o berço, por um período, e esperar que a criança manifeste o desejo de dormir lá, normalmente começando com a soneca da tarde. Até que chega o grande dia em que a criança decide ir definitivamente para a cama nova, e o berço já pode ir embora.

Se você não chamar a atenção da criança para o fato de que ela pode sair da cama sozinha, é bem capaz que ela ainda chame você quando acordar, em vez de simplesmente se levantar. Às vezes demora para "cair a ficha" da liberdade que a cama representa. E, quando ela cai, você vai ter que ter bastante paciência para levá-la de volta várias e várias vezes, até ela perceber que não adianta se levantar na hora de dormir, porque hora de dormir é hora de dormir. 

Se seu filho está muito incomodado por ter passado para a cama, tente dar mais alguns dias a ele, com bastante incentivo. Mas, se mesmo assim não adiantar, talvez seja o caso de desistir e colocá-lo de volta no berço.

Há crianças que simplesmente não estão preparadas para deixar a segurança do berço. Se seu filho dormia bem, e de repente, depois da mudança, começa a ter dificuldade para pegar no sono, levantar 500 vezes ou chorar chamando você, ele ainda não estava pronto.

Não é vergonha voltar atrás. Não entre muito no mérito da questão, nem o puna. Às vezes é preciso recuar, algo que também acontece com o desfraldamento.

Quando a criança pode sair da cama sozinha, ela passa a ter acesso a muitas coisas enquanto o resto dos moradores da casa estiver dormindo. Antes de fazer a transição, assegure-se de que o quarto não tem nenhum objeto perigoso, remédios à mão, armários soltos e janelas sem tela. Nunca subestime a capacidade da criança. Você nunca sabe quando será a primeira vez que ela terá a ideia de arrastar uma cadeira e alcançar as partes mais altas.

E o problema não está só no quarto. Se seu filho não dorme de porta fechada, tome as mesmas precauções no restante da casa, e de preferência feche o acesso à cozinha, porque é lá que está boa parte dos perigos.



PUBLICADO EM: 03/05/2016

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