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Movimento slow-parenting



Movimento slow-parenting

Inglês, natação, aula de reforço, escolinha de futebol, curso de computação, terapia, ballet… Ufa! São tantas atividades que, a gente que é adulto perde o fôlego ao ler, imagine as crianças que possuem agendas lotadas e rotinas completamente preenchidas com essas atividades.

Preocupado essencialmente com essas questões é que surgiu o movimento slow-parenting, que prega que crianças devem ser livres de preocupações e pressões. Além disso, estimula os adultos a irem com calma na educação das crianças, sem pular etapas ou acelerar processos.

O movimento combate as rotinas infantis que se assemelham à vida dos adultos e estimula que haja um respiro nas agendas das crianças para que elas possam brincar, descansar ou, simplesmente, não fazer nada.

 

Aos poucos, o grupo dos pais sem pressa está crescendo pelo mundo. Esse grupo, como falamos, rema contra a maré acelerada e prega uma infância mais calma para os seus filhos, mas isso não significa que o slow-parenting negligencia o desenvolvimento da criança. O movimento apenas respeita o tempo e dá espaço para que a criança cresça, aprenda e amadureça gradualmente. Em outras palavras, os pais sem pressa não são lentos, mas querem ensinar os filhos na velocidade certa. Para eles, qualidade do aprendizado é mais importante do que quantidade de informações e habilidades.

 

Escola com carga horária puxada, tarde destinada ao curso de idiomas ou aula de esportes, noite ocupada pela tarefa de casa. Muitos pais seguem rigorosamente esse cronograma com a melhor das intenções. Eles querem preparar os filhos para o futuro, além de combater o ócio de ficarem em casa, teoricamente, sem fazerem nada de produtivo.

 

Por mais que as atividades sejam enriquecedoras e ajudem a desenvolver novas habilidades e competências, é importante que as crianças tenham tempo para fazer coisas que realmente gostam e não somente o que seus pais determinam. É um erro preencher completamente o dia das crianças a ponto de não sobrar espaço para elas brincarem com os amigos ou até mesmo visitarem a vovó.

 

Ao invés de garantir um futuro promissor para as crianças e formar indivíduos com autonomia, criatividade, boa motricidade e inteligência cognitiva e emocional, pressionar e acelerar a criança pode fazer com que ela seja um adulto frustrado e com sérios problemas emocionais, como estresse e baixa autoestima.

 

É possível aprender sem tantos compromissos e atividades, dando tempo ao tempo e permitindo que a criança viva a infância na essência. Brincar ensina noções de espaço, de profundidade, de cores, de números e formas. Além disso, atividades lúdicas permitem que os pequenos aprendam, na prática, como colaborar com o outro, respeitar as regras e acreditar no próprio potencial para vencer os obstáculos. É por isso que o slow-parenting valoriza tanto o ato de brincar e o seu papel na formação das crianças.



PUBLICADO EM: 28/02/2017

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